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Ajude Jordana a Respirar

Causa criada por Ana Lúcia

  • R$302
    Ajudados de R$1.000.000
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O objetivo dessa causa foi atingido parcialmente.
Causa criada por Ana Lúcia
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Ajude Jordana a Respirar

A Jordana nasceu no dia 07/12/2012 no Hospital Vila Nova Cachoeira, em São Paulo/SP. Mesmo prematura de sete meses, o teste Apgar da Jordana foi muito bom (nota 10), mas após 77 dias felizes ela foi diagnosticada com Bronquiolite e com suspeita de Hérnia Diafragmática – suspeita essa que resultou numa cirurgia na qual a hérnia foi descartada logo que os médicos identificaram uma Eventração Diafragmática ou, melhor dizendo, uma má formação congênita ou adquirida tornando flácida a musculatura do diafragma e fazendo com que o organismo da Jordana não consiga fazer os movimentos de respiração automaticamente. Por conta disso, foi realizada a cirurgia com Plicatura Bilateral, prendendo o diafragma às costelas, uma tentativa de impedir o deslocamento dos órgãos por sua cavidade torácica.

Essa foi a primeira cirurgia a que a bebê foi submetida. A família enfrentou o pânico de ver a pequena princesa sendo sedada e indo para o centro cirúrgico outras seis vezes, em função de complicações advindas da primeira cirurgia (houve perfuração de seu pequeno intestino) e para que os médicos pudessem explorar uma possível causa para o que ocorreu com a Jordana logo após a primeira intervenção: ela parou de respirar sozinha e desde então vive ligada a um aparelho respirador (antes com uma máscara e, desde julho de 2013, via traqueostomia).

A Jordana permanece assim, traqueostomizada, presa a uma UTI Pediátrica sem conforto, sem o carinho constante da família, sem conhecer as coisas mais simples da vida como qualquer criança de sua idade. Ela vive no Hospital Menino Jesus, em São Paulo, exposta aos agentes nocivos que uma UTI oferece, dividindo seu “quarto” com outras crianças, sem o isolamento adequado.

Nesse tempo de internação, perde-se as contas de quantas vezes a pequena Jordana desenvolveu Pneumonia, de quantos foram os dias e noites com o desconforto do calor excessivo (na UTI não existe ar condicionado e ventiladores são proibidos), por ver que o hospital onde ela está não é referência como dizem. Foram feitas diversas denúncias por conta de janelas abertas, sem proteção antimosquito (a criança fica chorosa por conta da coceira que as picadas de insetos lhe causam); de chuva invadindo a UTI prestes a molhar os aparelhos e causar curtos (quiçá a eletrocussão de pacientes e/ou acompanhantes); e da presença de piolhos de pombo na UTI. Isso pra não falar do psicológico da família. São mães e pais que ficam ali, internados com seus filhos, sentindo e sofrendo na pele as mazelas do Sistema, vendo crianças serem admitidas com vida e saírem dali mortas. É uma rotina extremamente sufocante, que dilacera a todos que acompanham o caso, mas que, ao mesmo tempo, fortalece cada um para, firmes, lutarmos por um tratamento digno e adequado para a Jordana.

Na busca por uma solução, a família da Jordana procurou o Dr. Rodrigo Sardenberg, renomado cirurgião torácico (o mesmo médico do caso do Ryan, que o Fantástico divulgou recentemente). O cirurgião avaliou o caso e recomendou que a Jordana seja submetida a uma Toracotomia Exploratória com Eletroestimulação do Nervo Frênico e implantação de um marca-passo diafragmático MARK IV.

A família depende exclusivamente do SUS, que resiste em liberar a cirurgia e fornecer o marca-passo indicado pelo especialista. Por conta disso os advogados da Jordana entraram com uma ação na Justiça, mas até o momento não houve sentença.

Atualmente, a Jordana vive em alto risco de vida por conta de sua traqueostomia, que é uma via aberta para entrada de vírus e bactérias, além do perigo iminente de o aparelho não soar o alarme e a Jordana parar de respirar.

A busca incessante da Rose, mãe da Jordana, é para dar uma chance de, no mínimo, melhorar a qualidade de vida da criança (que além de tudo está desenvolvendo uma Escoliose causada por sua posição na cama, da qual somente sai para tomar banho).

A Jordana teve evolução nos movimentos dos membros superiores e inferiores após a última cirurgia, da qual o Dr. Rodrigo Sardenberg participou, retirando alguns pontos da Plicatura. Ela é uma criança linda, que interage com as pessoas, entende o que lhe é dito. A parte neurológica da Jordana está normal para sua idade e condições física e motora, segundo avaliação do Dr. Rogério Tuma, neurologista.

Tudo isso é muito cruel.

A família sofre diariamente pela Jordana, por não poder dar a ela uma vida saudável, no seio familiar, crescendo junto com seus pais e sua irmã. Uma das maiores angústias que temos é saber que esta família não dispõe dos recursos financeiros necessários para dar a Jordana condições de vida em sociedade, junto da família, fora do hospital.

Como a Jordana precisa de nós, não podemos cruzar os braços e esperar pela morosidade de nosso Sistema Judiciário ou pela compaixão daqueles que fazem a gestão do Sistema Único de Saúde. Criamos uma campanha nas redes sociais para angariar fundos para aquisição do marca-passo e realização da cirurgia indicada pelo Dr. Sardenberg, mas ainda estamos muito distantes do valor estimado, infelizmente. Por isso peço sua compaixão. Acredito que com a sua ajuda possamos conseguir, talvez até em tempo recorde, os valores necessários para a aquisição do marca-passo diafragmático e para a cirurgia que a Jordana precisa fazer com o Dr. Rodrigo Sardenberg.

O marca-passo da Jordana custa em torno de R$ 415.000,00, mais impostos. Calculamos que o valor de internação, salas cirúrgicas, honorários médicos, medicação, fisioterapeutas, UTI e pós-operatório girem em torno de R $1.000.000,00, pois a Jordana terá que ser acompanhada por profissionais multidisciplinares após sua recuperação cirúrgica. Desta forma, calculamos um custo total de R$ 1.500.000,00 (um milhão e quinhentos mil reais) – uma fortuna para uma família humilde como a da Jordana, infelizmente.

Os hospitais que utilizamos como base de cálculo foram o Oswaldo Cruz Alemão e o Sírio Libanês, nos quais a equipe do Dr. Rodrigo atende.

Sabemos da elevada conta, da precariedade do SUS e da morosidade do nosso Judiciário, por isso apelamos a você.

Pedimos uma chance para a pequena Jordana.

Temos uma equipe de anjos que, podem dirimir quaisquer dúvidas sobre a Jordana ou se houver necessidade de envio de documentos disponibilizamos o telefone da mãe da criança, Sra. Rose (11) 99691-5683, para contato ou da advogada, Cristina (11) 98207-5681, que poderá lhe enviar todo e qualquer documento necessário.

Por favor, AJUDE A JORDANA A RESPIRAR!