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Capa para Celular - Rifa para Alyce Coelho

Causa criada por Equipe CaridadX

  • R$50
    Ajudados de R$1.000
  • 5
    Doações
  • 0
    Seg restantes
5 %
O objetivo dessa causa foi atingido parcialmente.
Causa criada por Equipe CaridadX
13 causas, 17 contribuições
Capa para Celular - Rifa para Alyce Coelho
CAPA PARA CELULAR - RIFA PARA ALYCE COELHO - 100 INSCRIÇÕES
Doador do Kit e responsável pelo envio - Maria Rita Sampaio
https://www.facebook.com/mariarita.araujosampaio

Explicação
Faça sua inscrição através do pagamento de R$10,00.
O número para o sorteio será equivalente a ordem das inscrições.
Ex: Se você foi o segundo a fazer o pagamento, seu número é o nº2.

O sorteio será realizado dia 23 de Maio ou quando acabarem as inscrições, o que ocorrer antes.

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Sobre Alyce Coelho

Alyce Coelho é uma linda menina de 1 ano e 4 meses que vem lutando com uma cirrose biliar secundária desde 1 mês de idade. 

Ela precisa urgente realizar um transplante de fígado.

Ela está em acompanhamento médico no Hospital de Clínicas de São Paulo e está na fila de transplantes pelo SUS. Os pais não são compatíveis.

Alyce busca um doador compatível e possibilidades de não depender da fila de espera do sistema público de saúde.
Alguns voluntários já estão sendo avaliados no HC mas ainda não temos o doador que Alyce tanto precisa.

A família não possui recursos. É de origem humilde e vem do interior de Manaus-AM, onde moram em área de risco (desastres naturais). Em São Paulo, estão morando de favor em um quarto de 6m² em um apartamento de 46m²  onde mora mais uma família, que cedeu o espaço para Alyce e seus pais.

O tratamento na rede particular ultrapassa R$ 500 mil.

O custo do transplante intervivo em um hospital particular é em torno de R$180 mil. A diária na UTI para Doador e para Alyce é de R$10 mil cada, em média. Não podemos prever quantos dias serão necessários para cada um. Mais custos com exames e consultas.

Por isso estamos confiando a saúde de Alyce ao cuidado dos médicos que atuam nas estruturas do governo. O valor necessário é muito alto! Quase impossível para pessoas sem recursos.

A equipe de médicos e enfermeiros que atendem Alyce é ótima. Fazem tudo o que estão ao seu alcance. O problema é que existem menos recursos do que boa vontade. A situação se arrasta devido a quantidade insuficiente de leitos X demanda a ser atendida, Médicos X Quantidade de pacientes. 

Estamos aguardando que um dos voluntários seja compatível e tire a Alyce da lista. Só assim ela escapa da fila interminável para esperar um doador morto.

Os pais não podem trabalhar pois a mãe está com muitos problemas de saúde e o pai precisa fazer todo o trabalho braçal com Alyce. A Família esta em São Paulo há mais de 4 meses morando em um apartamento de uma família que lhes foram solidários nessa hora. São pessoas com poucos recursos e precisam muito de nossa ajuda. 

COMO AJUDAR

A família precisa de ajuda para se manter em São Paulo durante os dois anos mínimos que permanecerão aqui para acompanhamento pós transplante.

As doações em dinheiro serão usadas para despesas médicas extra hospitalar, Equipamentos necessários para Alyce ter em casa, alimentação especial para hepáticos e transplantados e custos de alimentação e transporte para os pais enquanto a Alyce esta internada.

Doe qualquer quantia.

A família também está recebendo doações de fraldas, alimentação adequada, roupas, brinquedos, e utensílios domésticos.

Participe do grupo de voluntários "Fadas da Alyce":
https://www.facebook.com/groups/fadasdaalyce/

Acesse nossos álbuns e conheça as ações dos voluntários:
https://www.facebook.com/AlyceCoelhoJuntos/photos_albums

Tenha acesso a todas as informações atualizadas:
https://www.facebook.com/AlyceCoelhoJuntos/posts/648336405221711

Pedimos que compartilhem a página. Todo tipo de ajuda é bem vinda!
Orem pela nossa pequena Guerreira.
Obrigada pelo tempo e pelo carinho dedicado a nossa Alyce!
Que deus retribua a cada um, sete vezes mais!



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Histórico da Alyce

Quando ainda na gestação, foi identificado um cisto no canal de escoamento da bile. Os médicos naquele momento disseram que o cisto iria sumir até o nascimento e que não havia com o que se preocupar.

Alyce nasceu em Manaus, com o cisto, e não realizaram a cirurgia para retirada simples do cisto. Com 1 mês foi diagnosticado mal funcionamento do fígado, iniciando assim a busca por especialistas hepaticos.

Com 3 meses, foi diagnosticado Cirrose biliar secundária, com necrose no fígado, devido ao interrompimento das vias. Alyce entrou em estado grave e foi transferida de UTI móvel para o HC em São Paulo quando completou 4 meses com a promessa de realizar o transplante assim que chegasse. Após alguns dias de internação, Alyce apresentou melhora em seu quadro e a cirurgia de transplante foi deixado para segundo plano.

Alyce voltou para Manaus e continuou seu acompanhamento com os médicos disponíveis na região.

Com 5 meses, novamente Alyce precisou voltar a São Paulo para novo atendimento de urgência. Da mesma maneira, foram administrados tratamentos para minimizar os efeitos da doença, ela apresentou melhora e foi liberada, sem o transplante.

Em dezembro de 2013, Alyce foi novamente encaminhada ao HC de SP para finalmente receber a oportunidade de ser inserida na fila de transplantes. Dia 08/01/2014, Alyce recebeu seu registro, RGCT nº  175314-5. 

Alyce sobe e desce na fila por que sempre aparecem casos mais graves que passam a frente, e como não há leitos o suficiente para acomodar mais de 11 crianças na UTI, a fila demora cada vez mais para acabar. O acompanhamento da locomoção de seu lugar na fila de espera por um fígado pode ser acompanhado no site da secretaria de saúde de São Paulo http://www.saude.sp.gov.br/.

Desde sua chegada em São Paulo, Alyce já foi internada 4 vezes. Atualmente esta na sua 4ª internação em 4 meses (atualizado em 22 de abril).

Na última internação Alyce ficou 5 dias no corredor, desta vez foram 3 dias internada no corredor e já foi transferida para o quarto no terceiro andar, leito 6. Está internada no com infecção nas vias biliares, tomando 2 antibiotico e chegou ao hospital com anemia e glicemia baixa.

Mais informações e contato: